Palavra-chave: pátria

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pátria

Definição de República

Publicado em 10 de fevereiro de 2007 por Olegario Schmitt

República (Houaiss)
s.f. forma de governo em que o Estado se constitui de modo a atender o interesse geral dos cidadãos

República Brasileira (Sinal dos Tempos Blog)
s.f. prostituta bêbada e nua caída de costas com as pernas abertas

Uma visão positivista sobre o muro entre Estados Unidos e México

Publicado em 04 de outubro de 2006 por Olegario Schmitt

Muro na fronteira entre EUA e México

Bush promulgou a lei que permite a construção do muro na fronteira com o México

SCOTTSDALE, EUA, 4 out (AFP) – O presidente George W. Bush assinou nesta quarta-feira, na cidade de Scottsdale, Arizona (sudoeste), a lei que autoriza a construção de um muro de 1.200 km na fronteira com o México, aprovando assim a execução da polêmica obra.

Em momento como esse, certamente não podemos deixar de lembrar do Muro de Berlim. Também pensamos que, pleno século XXI, tais coisas não mais deveriam estar acontecendo. Mas tudo na vida tem o seu lado bom e indignar-se com o muro americano não passa de negativismo.

Primeiro temos de considerar o fato de que o mundo começará a acabar justamente pelos EUA, como eles “o fim do mundo”mesmo demonstram claramente através dos filmes “O Dia Depois de Amanhã” e “Guerra dos Mundos”, apenas citando dois exemplos.

Mas isso não é motivo para preocupações (lembre-se: sem negativismo!!): quando afinal chegar o fim das eras, nós — latino-americanos — estaremos em relativa segurança.

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Grata herança, a Língua enche minha pança

Publicado em 22 de abril de 2005 por Olegario Schmitt

Retrato de Pedro Álvares Cabral - Biblioteca Nacional

nada a D. João VI
ou a Maria I, a Louca

mas a toda a Corte treslouca
que não dormia de touca
obrigado

agradeço aos jesuítas pela escola
em nome dos índios civilizados
que não mais andam pelados

e a Carlota Joaquina
por não ter levado
nossa poeira na sola:
obrigado

em nome do pau-brasil
do ouro de Minas
e de tudo o mais
que nos foi levado:
obrigado

também pelo período colonial
que nos deixou sem força ou moral

e principalmente pelo 22 de abril
em que Cabral descobriu essa pátria
obrigado

18/12/2004 – 21/04/2005

varig

Com quantos paus se faz uma canoa?

Publicado em 07 de dezembro de 2004 por Olegario Schmitt

Nacionalismo

brasil sem pau-brasil sem pau-brasil sem pau-
cem
índios                                                        brazil
sem
brasil sem pau-brasil sem pau-brasil sem pau-

In: O Amor & Outras Coisas Que Coçam, 2003

Abertura do Especial Semana Farroupilha

Publicado em 20 de setembro de 2004 por Olegario Schmitt

De 14 a 20 de setembro comemora-se, no Rio Grande do Sul, a Semana Farroupilha.

Baseada em extensa pequisa, essa Série Especial começa com um apanhado geral sobre a Semana Farroupilha, suas origens e o porquê de se comemorar no dia 20 de setembro o Dia do Gaúcho. Depois faz um retrato do gaúcho histórico, das payadas e payadores, do chimarrão, dos fandangos, das indumentárias e, finalmente, um artigo sobre as características atuais do estado de ser gaúcho.

Origens, Maragatos vs. Chimangos

Publicado em 20 de setembro de 2004 por Olegario Schmitt

Revolução Farroupilha - José W. Rodrigues

Farroupilha — A Origem

A denominação “farroupilha” é anterior à Revolução e era utilizada para designar os grupos liberais de idéias exaltadas.

Em 1829 os Farroupilhas já reuniam-se em sociedades secretas, como a Sociedade dos Amigos Unidos, do Rio de Janeiro, cujo objetivo era lutar contra o regime monárquico. Desde então, eram chamados de farroupilhas e publicavam dois jornais no Rio de Janeiro: A Jurubeba dos Farroupilhas e A Matraca dos Farroupilhas.

Segundo Evaristo da Veiga, o termo foi inspirado nos sans-culottes franceses, os revolucionários mais extremados durante o período da Convenção (1792 a 1795). Os sans-culottes, que literalmente quer dizer sem calção, usavam calças de lã listradas, em oposição ao calção curto adotado pelos mais abastados.
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O gaúcho histórico

Publicado em 19 de setembro de 2004 por Olegario Schmitt

Corrida de Gaúchos - Delafuente (Gabriel Usinger)

“Sua fala é enérgica, rápida e irregular; falam com fogosidade e grande facilidade; são imaginativos de espírito vivaz e apaixonados. Entre eles, quem sabe montar, laçar, atirar a boleadeira e manejar uma faca, está completo. (…) são improvisadores, vivendo às expensas das inextinguíveis tropas de gado cuja carne é a base de sua alimentação. Muitos jamais comeram pão. Sua calma habitual cede lugar a um ardor indomável quando o fogo de suas paixões se acende, o que não é raro. O sentido de independência e amor à pátria, por exemplo, se manifestaram mais de uma vez entre estas gentes grosseiras de alma heróica. Quando estoura uma guerra, este povo pastoril e pacífico se volve, de golpe, em um exército de terríveis guerreiros. Seu gosto pelo baile e música mostra igualmente, que sua sensibilidade é susceptível de grande exaltação. O Gaúcho é bravo por temperamento, mas sua bravura é animal (…). São capazes (…) dos mais formosos atos de devoção e sacrifício pessoal pela causa que abraçaram. Em suas brigas, em que o jogo é a causa mais habitual, estão sempre prontos a degolar-se. À menor provocação, sacam a faca e corre sangue.” — Jornal Le National, Paris, 1833

“Os habitantes passam a vida, por assim dizer, a cavalo, e freqüentemente locomovem-se a grandes distâncias com rapidez suposta além das possibilidades humanas.” — Saint-Hilaire, pesquisador francês, 1820

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Os payadores

Publicado em 18 de setembro de 2004 por Olegario Schmitt

Payadores - artista desconhecido

A payada (ou, aportuguesando-se, pajada) é uma forma poética nascida na campanha argentina e uruguaia nos meados do século XIX.

Suas raízes remontam aos romances e quadras medievais e renascentistas, de temática popular.

O payador, sempre acompanhado de violão, foi figura importante até mesmo nos campos de batalha, onde, dizem, lhe serviam o primeiro mate.

Dentre os maiores payadores gaúchos, o primeiro nome que salta à boca é, sem dúvida, Jayme Caetano Braun, seguido de perto, quando não lado a lado, por Noel Guarany. Ambos já falecidos, devem estar agora tomando um mate e declamando suas payadas para o “Patrão Velho”.

O Dia do Payador, em homenagem ao nascimento de Jayme Caetano Braun, é comemorado, segundo Lei Estadual, no dia 30 de janeiro. Mesmo assim, com o advento da Tchê-Music e devido ao baixo apelo comercial, a payada, em opinião pessoal, não é devidamente valorizada no Rio Grande do Sul.

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