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Flashmob, internet e redes sociais. Zumbilândia pós-eletrônica. O público, o privado e as partes íntimas da Paris Hilton

Publicado em 19 de fevereiro de 2014 por Olegario Schmitt

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Quando, em 1981, Jean Baudrillard (1929-2007) escreveu sobre a sociedade do espetáculo no seu Simulacros e Simulações, predisse, em partes, o estado atual em que nos encontramos. Se ainda vivo fosse, é possível que estivesse mais do que nunca tendo verdadeiros curtos-circuitos intelectuais com base na observação do desenvolvimento de suas profecias eletrônico-apocalípticas.

Baudrillard “à parte”, é fato que, sendo usada por aproximadamente 2.7 bilhões de habitantes do planeta  — 1/3 da população mundial em outubro de 2013 (Fonte: International Telecommunications Union) —, a Internet tem se tornado a cada dia mais onipresente, onipotente e onisciente, se transformando no verdadeiro Deus da nossa sociedade compulsivamente conectada, especialmente entre os jovens.

Isso tudo, obviamente, abre espaço para inúmeros novos paradigmas no comportamento humano e cujas conseqüências a longo prazo ainda não são muito claras. Saliente-se, no entanto, que a Internet, em si, não é culpada ou responsável por  coisa alguma que as pessoas fazem através dela, sendo apenas um novo meio — instantâneo, “anônimo” e massivamente popular — para que cada um manifeste, da tranquilidade de suas telas, sua verdadeira natureza interior.

Alguns desses aspectos serão abordados livremente aqui, na intenção de que pensemos ou repensemos o papel que estamos desempenhando em relação às tecnologias, assim como o papel social que estamos, individualmente, assumindo e interpretando dentro do todo.

 

Clique no link abaixo para ler o texto completo:

A vida como espetáculo

PDF (1,2 Mb), 9 páginas

 

 

Reflexão contemporânea sobre o rumo da vida dos homens frente as recentes conquistas dos ratos

Publicado em 04 de março de 2013 por Olegario Schmitt

 

[…] o neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis conseguiu conectar os cérebros de dois ratos — sendo que um deles estava no Brasil e o outro, nos EUA — usando a internet.

Fonte: Gizmodo Brasil

 

Eis aí mais uma ótima notícia… para os ratos! Além da cura para diversos tipos de câncer, da fosforescência congênita, dos transplantes bem sucedidos de células-tronco e das orelhas que nascem nas costas — entre inúmeras outras conquistas científicas — os ratos finalmente alcançaram a capacidade de se comunicar cérebro a cérebro… via internet!

Não ficou muito claro, no entanto, se os ratos conhecidos como Encoder e Decoder (ou Pinky e Cérebro, como prefiro chamá-los) se comunicam através do Twitter ou do Facebook ou mesmo se, obtusos, utilizariam canais do IRC ou o sub-fórum /b/ do 4Chan.

Diante disso há de se perguntar se as recentes ações do grupo hacker Anonymous — o qual, veja só que “coincidência”, utiliza justamente o fórum citado acima — não seriam investidas coordenadas por ratazanas em busca da desestabilização da humanidade. Sim, sei que isso a princípio pode soar absurdo, mas não esqueçamos que eles já tentaram isso antes com o advento da peste bubônica no século XIV, e que os novos tempos requerem medidas mais adequadas.

Sobretudo o que devemos nos responder nesse momento crítico é qual será nossa atitude diante da possibilidade iminente de que um exército de ratos biônicos venha a criar e a controlar telepaticamente avatares humanos dentro do Second Life. Pior do que isso, já fico me roendo de medo só de imaginá-los trollando os comentários nos vídeos de gatos fofinhos do YouTube… se isso não for o fim do mundo, certamente será o fim do reinado do gato Maru — o que, para muita gente, significa exatamente a mesma coisa.

Sim, até agora sempre éramos nós a controlar os mouses… mas a minha sugestão é que da próxima vez que alguém lhe perguntar se você é um rato ou um homem, pense muito bem antes de responder.

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