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Sincronicidade

Publicado em 11 de Maio de 2009 por Olegario Schmitt

Proibido dar Alimentos aos Animais, Entrar no Lago, Pescar

Duas citações decorrentes dos estudos de hoje. É interessante perceber como a “sincronicidade” discorrida por Jung em A Sincronicidade (1951) se manifesta.

[O homem contemporâneo] não consegue perceber que, apesar de toda a sua racionalização e toda a sua eficiência, continua possuído por ‘forças’ além do seu controle. Seus deuses e demônios absolutamente não desapareceram; têm apenas novos nomes. E conservam-no em contato íntimo com a inquietude, apreensões vagas, complicações psicológicas, uma insaciável necessidade de pílulas, álcool, fumo, alimento e, acima de tudo, com uma enorme coleção de neuroses.

JUNG, C.G. In O Homem e Seus Símbolos

A nossa economia enormemente produtiva… requer que nós façamos do consumo o nosso modo de vida, que nós convertamos a compra e o uso de mercadorias em rituais… que nós busquemos a nossa satisfação espiritual ou do nosso ego no consumo… nós precisamos de coisas consumidas, destruídas, gastas, substituídas e descartadas numa taxa continuamente crescente.

LEBLOW, Victor apud PEREIRA, Mauricio Broinizi In Revista PUCVIVA n# 20 – Imperialismo e Crise Socioambiental

Coooompre batooommm… coooompre batooommm… coooompre batooommm…

Publicado em 23 de Março de 2007 por Olegario Schmitt

Salvador Dali - Remorso ou Esfinge Atolada na Areia

O capitalismo não é um ser, mas por vezes parece possuir essa mente pensante, sórdida e extremamente inteligente, nos dizendo de maneira ininterrupta: “compre Batom, compre Batom, compre Batom”.

No entanto, é importante lembrar de que a idéia do “ter é igual ser” não é nova, tampouco fruto do capitalismo. Tudo parece ter começado em Adão e Eva, quando a serpente convenceu o feminino humano de que TER a maçã significaria SER D’us. Desde então nos iludimos, desde então nos estrepamos, sem nunca aprendermos a lição.

Não se estendendo muito no mérito dos avós dessa mazela — sejam eles Adão e Eva ou as Revoluções Francesa e Industrial — pode-se dizer que tudo principiou a ficar como está a partir da alvorada sombria do século XX.

Na primeira década, Henry Ford inventou fast-ford e a televisão”a linha de produção; na segunda, surgiu o fast-food; e na terceira, nasceu a televisão. Acredito que resto tudo, incluindo o estado em que nos encontramos agora, tenha sido apenas conseqüência.

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