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De flor em flor, o beija-flor foge… das rimas de amor.

Publicado em 05 de setembro de 2004 por Olegario Schmitt

A maldição dos beija-flores é serem eternamente rimados com dores e amores e — ora, vejam, que originalidade! — com flores. Por isso são tão lépidos e fugidios: para que os poetas não tenham tempo de rimá-los com coisas óbvias.

Neste bosque alegre e rindo
Sou amante afortunado;
E desejo ser mudado
No mais lindo Beija-Flor.
…………………………………….
E num vôo feliz ave
Chego intrépido até onde
Riso e pérolas esconde
O suave e puro Amor.

Silva Alvarenga (1749-1814)

Rondó VII — O Beija-Flor In: Glaura — Poemas Eróticos

Conheço a moça franzina
Que a fronte cândida inclina
Ao sopro de casto amor:
Seu rosto fica mais lindo,
Quando ela conta sorrindo
A história do beija-flor.

Tobias Barreto (1839-1889)

O Beija-Flor In: Dias e Noites

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