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Desinteligência entre Ramster-do-Nordeste e Rato-Gordo-e-Etílico

Publicado em 18 de setembro de 2006 por Olegario Schmitt

Ramster-do-Norteste pegando Rato-Gordo-e-Etílico

ACM rebate Lula e afirma que ele é um rato gordo

Em resposta ao candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que nos comícios de Feira de Santana e de Salvador disse que, para ele, o líder baiano não é o “leão do Nordeste”, mas o “hamster do Nordeste”, o senador Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA) afirmou ontem que o presidente da República é um rato gordo e etílico, cujos furtos no Palácio do Planalto ele tem denunciado no Congresso Nacional.

“Estou mais para gato caçador de rato ladrão do dinheiro público do que para hamster. Não conheço hamster. Só ouvi falar. Até porque estou mais acostumado a combater os grandes ratos. E a cada dia fica mais confirmado que Lula é um roedor implacável, incontrolável, para si e para seus familiares”, declarou o senador ao Jornal Correio da Bahia.

Na avaliação de Antonio Carlos Magalhães, “é mais fácil eu ainda ser um leão do que ele ser um homem sério”. ACM defendeu ainda o deputado Antonio Carlos Magalhães Neto (PFL-BA) das insistentes agressões do presidente da República.

Fonte: Redação Terra, 18/09/2006

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A Nova República platônica é iluminada… com as brasas das fogueiras

Publicado em 26 de julho de 2006 por Olegario Schmitt

Era uma vez uma República Feita de Brasas, governada por um Sapo Cururu muito gordo o qual, diziam as más línguas, gostava de beber água da fonte Que Passarinho Não Bebe.

Apesar da saparada não ser predominantemente indígena, “cururu” era palavra originada da língua dizimada dos índios Tupis, o que tornava a todos, por extensão, tupininquins, cujo coletivo era polvo.

Antes de alcançar o poder, Vossa Cururuleza passara a vida toda grulhando trabalho na caverna escura e“lula: da raça mesma do polvo” platônica que era a República. Dizia que havia luz lá fora e que se lhe fosse concedido o trono ao qual tinha direito por nascença — ele assim pensava, convencendo a todos do mesmo, porque era uma lula, da raça mesma do polvo, porém não tão burra —, haveria de mostrar a todos, indistintamente, o quão feliz e bela seria a vida sob a Nova Luz da República.

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Todo mundo podia fazer pipi porque o penico era bem ali

Publicado em 02 de outubro de 2005 por Olegario Schmitt

Construção da Cúpula Côncava do Senado Federal
Arquivo Público do Distrito Federal

Era uma casa
Muito engraçada
Não tinha teto
Não tinha nada
Ninguém podia
Entrar nela não
Porque na casa
Não tinha chão
Ninguém podia
Dormir na rede
Porque na casa
Não tinha parede
Ninguém podia
Fazer pipi
Porque penico
Não tinha ali
Mas era feita
Com muito esmero
Na Rua dos Bobos
Número Zero.

Vinícius de Morais

Grata herança, a Língua enche minha pança

Publicado em 22 de Abril de 2005 por Olegario Schmitt

Retrato de Pedro Álvares Cabral - Biblioteca Nacional

nada a D. João VI
ou a Maria I, a Louca

mas a toda a Corte treslouca
que não dormia de touca
obrigado

agradeço aos jesuítas pela escola
em nome dos índios civilizados
que não mais andam pelados

e a Carlota Joaquina
por não ter levado
nossa poeira na sola:
obrigado

em nome do pau-brasil
do ouro de Minas
e de tudo o mais
que nos foi levado:
obrigado

também pelo período colonial
que nos deixou sem força ou moral

e principalmente pelo 22 de abril
em que Cabral descobriu essa pátria
obrigado

18/12/2004 – 21/04/2005

varig

Poeta maior brasileiro

Publicado em 14 de Março de 2005 por Olegario Schmitt

Castro Alves (14/03/1847 - 06/07/1871)

Castro Alves (Antônio Frederico de Castro Alves), poeta, nasceu em Muritiba, BA, em 14 de março de 1847, e faleceu em Salvador, BA, em 6 de julho de 1871. É o patrono da Cadeira n. 7 da Academia Brasileira de Letras, por escolha do fundador Valentim Magalhães.

(…)

Duas vertentes se distinguem na poesia de Castro Alves: a feição lírico-amorosa, mesclada da sensualidade de um autêntico filho dos trópicos, e a feição social e humanitária, em que alcança momentos de fulgurante eloqüência épica. “fulgurante eloqüência épica”Como poeta lírico, caracteriza-se pelo vigor da paixão, a intensidade com que exprime o amor, como desejo, frêmito, encantamento da alma e do corpo, superando completamente o negaceio de Casimiro de Abreu, a esquivança de Álvares de Azevedo, o desespero acuado de Junqueira Freire. A grande e fecundante paixão por Eugênia Câmara percorreu-o como corrente elétrica, reorganizando-lhe a personalidade, inspirando alguns dos seus mais belos poemas de esperança, euforia, desespero, saudade. Outros amores e encantamentos constituem o ponto de partida igualmente concreto de outros poemas.

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Nacionalismos e submarinos amarelos

Publicado em 12 de Março de 2005 por Olegario Schmitt

Índios da Tribo Tikuna - Amazonas

Quinto da frota nacional, o Tikuna leva o nome de uma tribo indígena da cidade de Tabatinga, no Amazonas, e não é amarelo como os submarinos ingleses.

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Com quantos paus se faz uma canoa?

Publicado em 07 de dezembro de 2004 por Olegario Schmitt

Nacionalismo

brasil sem pau-brasil sem pau-brasil sem pau-
cem
índios                                                        brazil
sem
brasil sem pau-brasil sem pau-brasil sem pau-

In: O Amor & Outras Coisas Que Coçam, 2003

A “comemoração” da independência expõe nossas características intrínsecas.

Publicado em 07 de setembro de 2004 por Olegario Schmitt

Monumento ao Ipiranga

Hoje é 7 de setembro, data em que comemoramos nossa independência, ou melhor, data em que comemoramos o feriado e lembramos (?) a independência em relação à corte portuguesa, em 1822.

Nos maiores jornais e portais de Internet do país, eram estas as reportagens de capa:

“Quer namorar no FERIADO?” (Terra)

“Eleições nos EUA / Financial Times” (UOL)

“Lula usa o crescimento para incitar o patriotismo” (Folha de São Paulo)

“Enfim noivos (foto de capa: Ronaldo e Cicarelli) / Produção de carros bate recordes e cria 6.800 empregos” (Diário de São Paulo)

“Corte de candidatos com ficha criminal divide ministros do TSE” (O Globo)

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