Qua­tro irmãos e os cabe­los na casca do ovo

As obser­va­ções cons­tan­tes nesse texto são fic­tí­ti­cas e qual­quer seme­lhança que venha a ocor­rer com quais­quer irmãos na face dessa terra terá sido mera coincidência

Reflexões

Qua­tro irmãos e os cabe­los na casca do ovo

As obser­va­ções cons­tan­tes nesse texto são fic­tí­ti­cas e qual­quer seme­lhança que venha a ocor­rer com quais­quer irmãos na face dessa terra terá sido mera coincidência

Publicado em 29 de setembro de 2005 por Olegario Schmitt

By Renate Fritsch

Irmão mais novo: Olha, um ovo com cabe­los!!! Por que será que ele é assim? De onde veio? Para onde vai? Que para­doxo! Cer­ta­mente há algum sen­tido oculto por trás disso tudo, que eu ten­ta­rei des­co­brir e depois de foto­gra­far escre­ve­rei algo sobre isso citando Schopenhauer.

Irmã mais nova: Ovo? Que ovo? Não sei de ovo nem de cabelo nenhum, por­que aquilo que não tomo conhe­ci­mento não existe e, não exis­tindo, não pre­ciso lidar com isso.

Irmã do meio: Olha, um ovo com cabe­los... Cer­ta­mente há uma expli­ca­ção cár­mica para isso, por­que ele deve ter sido um irmã­zi­nho ovo muito mau na última encar­na­ção então nas­ceu com cabe­los como provação.

Irmã mais velha: Eu até vejo cabe­los naquele ovo, mas como ovos não têm cabe­los, aquilo não pode ser cabelo e cer­ta­mente há uma outra expli­ca­ção para isso, que eu não sei qual é e não quero saber.

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