“Vou man­dando um bei­ji­nho pra filhi­nha e pra vovó”

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Cava­los & Cavalgaduras

Vou man­dando um bei­ji­nho pra filhi­nha e pra vovó”

Reflexões

Cava­los & Cavalgaduras

Vou man­dando um bei­ji­nho pra filhi­nha e pra vovó”

Publicado em 05 de janeiro de 2007 por Olegario Schmitt

Que só se vê até a altura daquilo que se é, isso é sabido.

Dessa forma, quanto menor se for, mais fácil será ter a exis­tên­cia per­ce­bida por todos indis­tin­ta­mente, uma vez que até o mais nobre dos homens pos­sui em si, mesmo que em forma latente, alguma por­ção de baixeza.

Sendo, porém, pouco reco­men­dá­vel ser reco­nhe­cido pelas pes­soas de baixo cará­ter, é melhor que cada um, à sua maneira, se esforce para ser grande, bas­tando para isso que se exer­cite a arte do silên­cio vocal, men­tal e espiritual.

Tam­bém será neces­sá­ria boa dose de amor pró­prio, para que o estar con­sigo mesmo se cons­ti­tua em ati­vi­dade pro­fun­da­mente agra­dá­vel, ou ao menos supor­tá­vel, pois aquele que decide con­vi­ver ape­nas com homens de bom cará­ter e espí­rito lou­vá­vel estará fadado a pas­sar boa parte de sua vida sozinho.

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