
Caíram as pedras de sonhos
que eu trazia ao pescoço,
presas a um colar.
Uma a uma rolaram
pesadas com meu pesar.
Por ser de pedra
é que caíram,
e eu nada pude fazer.
Por ser de sonhos
é que quebraram,
e a mim só resta esquecer.
Terei porém outros sonhos,
farei um novo colar.
Tudo o que uma vez eu criei
posso mais uma vez inventar.
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