Categoria: Reflexões
Caiu na Rede... É Peixe!

Impressionante! Ao consultar as estatísticas de acesso, constatei que esse blog já foi visitado por 30 países, a citar: Alemanha, Angola, Argentina, Austrália, Bélgica, Bolívia, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Croácia, Espanha, Estados Unidos, França, Grécia, Israel, Itália, Japão, Luxemburgo, México, Noruega, Nova Zelândia, Países Baixos, Polônia, Portugal, Reino Unido, República Dominicana, Suécia, Suíça e Turquia.
Como sei disso? Simples, toda vez que alguém acessa o blog — assim como qualquer outro site existente na internet — deixa "rastros" no sistema de estatísticas, como por exemplo o dia e hora que acessou, o país de origem, o navegador, etc. Não se preocupe, por questões de segurança nenhum dado pessoal é transmitido por seu navegador, como seu nome ou a sua senha, por exemplo.
O ítem mais interessante de analisar é o site de origem. Toda vez que você digita no Google blog do Olegario Schmitt, por exemplo, e clicar no link no resultado da pesquisa, isso gera um registro no sistema, dizendo que alguém veio parar aqui após pesquisar exatamente isso. Essas informações são importantes para que se saiba o que as pessoas procuravam quando vieram parar aqui.
Liderando de longe as buscas, está a expressão "Carpe Diem", seguido de perto por "Ode à Alegria", "D. H. Lawrence" e "Oompa Loompas". Isso significa que se eu escrever "Carpe Diem Carpe Diem Carpe Diem" várias vezes, toda vez que alguém procurar por Carpe Diem, meu blog aparecerá entre os resultados da pesquisa.
Para você ter idéia de como isso funciona, alguns web-masters incluem num campo oculto da página termos como "garotas nuas, sexo, grátis", etc., porque esses search criterias lideram de longe o número de buscas na internet e o simples fato de eu ter incluído essas palavras no meu texto fará o meu blog aparecer entre os resultados quando alguém procurar por "garotas nuas", por exemplo. Há que se tomar cuidado, portanto.
Mesmo que as palavras que utilizo no tal campo oculto sejam "BLOG do poeta, fotógrafo e web-designer Olegario Schmitt: poesia, filosofia e realidade em reflexões sobre os sinais do nosso tempo", isso não impediu que alguém chegasse aqui ao procurar "conceitos filosóficos sobre pernas e coxas" ou "foto de mão fazendo sinal obsceno".
Mas o que mais me emocionou foi a busca de alguém que pediu ao Google "quero pintar o retrato das pessoas como eu as sinto". Embora meu blog não forneça nenhuma resposta a essa pergunta, tocou-me saber que alguém em algum lugar do mundo procura por tal coisa. Não é mesmo bonito alguém procurar por isso?
Por outro lado, imagino a decepção de quem pesquisou "qual é o significado de idiossincrasia" ao encontrar o poema A Idiossincrasia do Vôo da Palavra, publicado no dia 09/04/2005, onde digo que idiossincrasia é "uma palavra feita para o vôo livre".
Palavras feitas para o vôo livre, na verdade, são todas as que escrevo aqui e que acabam por trazer até esse blog pessoas de 30 países diferentes. Algumas delas, obviamente, não entenderão patavina do que eu digo...
Não Leia Esse Artigo!
A Curiosidade Matou o Gato

É incrível, mas você não pôde resistir, não é? Teoria comprovada!
Se eu pedisse a você que tomasse conta de uma caixa, você provavelmente cuidaria dela sem maiores problemas. Mas e se eu pedisse que tomasse conta dessa caixa e por nada no mundo olhasse o que há dentro dela, você conseguiria?
Desde o seu primórdio a humanidade já não conseguia resistir à curiosidade. Quando Deus disse a Adão e Eva "vós não comereis o fruto proibido, nem o tocareis, para que não morrais" (Gn, 3), a Serpente — consciência de Eva? — disse que isso era mentira, que Deus na verdade não queria que eles comessem do fruto para que não se tornassem também deuses (Gn 3, 4-5).
Se Deus não tivesse advertido a Adão e Eva sobre o fruto proibido, eles o teriam comido? Sendo inúmeras as árvores existentes no Paraíso é provável que, sem essa advertência, eles simplesmente nem se dessem conta da existência do fruto proibido.
Já a mulher de Lot, advertida pelo Senhor de que não deveria olhar para trás durante a retirada de Sodoma — e talvez por isso mesmo —, não conseguiu resistir a dar uma espiadela por sobre o ombro, acabando transformada em estátua de sal.
Mais tarde nasceu o mito da caixa de Pandora, a quem Zeus incumbiu de levar a Prometeu uma caixa onde se encontravam todos os males do mundo. Mas depois de ter roubado o fogo dos deuses, Prometeu sabia que coisa boa não poderia vir deles e, dessa forma, acabou por recusar o primeiro "presente de grego" da história. Porém, seu irmão Epimetheu (o imprudente ou aquele que pensa depois), não conseguiu resistir à beleza de Pandora e casou-se com ela, mas não sem antes advertir sua amada: "Ó, Pandinha, por nada no mundo abra essa caixa!" Mordendo-se de curiosidade, é óbvio que ela não conseguiu resistir por muito tempo e abriu a caixa mesmo assim, libertando de dentro dela todos os males. Arrependida, quando tentou fechar a tampa restava dentro da caixa apenas a esperança, que ficou trancada na borda.
Se Epimetheu não tivesse advertido Pandora sobre a abertura da caixa, ela a teria aberto?
Outro mito semelhante tem com a personagem Psiqué. Apaixonada por Cupido, ela faz de tudo para conseguir de sua sogra, Vênus, o consentimento para o seu amor. Esta, como boa sogra, impõe duras provas a Psiqué, sendo que na última delas disse: "Toma esta caixa, vai às sombras infernais e entrega-a a Prosérpina, dizendo: 'Minha senhora Vênus quer que lhe mandes um pouco da tua beleza, pois, tratando de seu filho enfermo, ela perdeu alguma da sua própria.'" Mesmo sendo advertida por misteriosa voz de que não deveria, de forma alguma, abrir tal caixa, Psiqué não conseguiu resistir e acabou libertando de dentro dela não a beleza de Prosérpina, mas o Sono Estígio que tomou posse de si, fazendo-a cair no meio do caminho como um cadáver sem senso de movimento. Vênus, conhecedora da curiosidade feminina, armara-lhe essa sabendo de antemão que ela não conseguiria resistir.
Também conta a lenda que Sherazade era esposa de um sultão que matava suas concumbinas depois de servir-se delas. Mas Sherazade, muito astuta, decidiu contar-lhe uma história diferente toda noite. Vencido por sua curiosidade, ele não a matava para conseguir ouvir a próxima, por 1001 noites consecutivas, até que acabou apaixonando-se por ela.
Sabendo que todos trazemos um sultão curioso dentro de nós, Samuel Beckett, em Esperando Godot, estrapola com a curiosidade humana: a ação central de toda a peça está em esperar Godot, que nunca chega e tampouco se sabe ao certo quem seja. Se Godot realmente chegasse, acabaria-se o mistério e a peça perderia sua graça.
No lado da ciência temos como bom exemplo Galileu que, movido por sua curiosidade astronômica, acabou por descobrir que era a Terra que girava em torno do Sol, e não o contrário. Acabou sendo condenado pela Inquisição a abdicar publicamente de suas idéias. Era isso ou a fogueira, portanto não deve ter sido difícil escolher...
Mais tarde Oppenheimer, contaminado pelo desejo de conhecer os átomos a fundo, acabou por inventar a bomba atômica. Mas, inquisição extinta, quem morre dessa vez são os japoneses.
Mas, afinal de tudo, é graças a Eva e à sua Curiosidade Original (e graças também a Adão por compactuar com ela) que sabemos agora o que acontece quando comemos do fruto proibido. Poderia ter sido pior: se nada houvesse acontecido talvez ainda hoje viveríamos todos nus sem nem mesmo termos consciência disso.
Mesmo que por vezes acabe matando o gato, é justamente essa curiosidade nata, quase infantil, que faz com que a humanidade evolua.
Agradecimento a Portugal Pelo Descobrimento do Brasil

Retrato de Pedro Álvares Cabral - Biblioteca Nacional
nada a D. João VI
ou a Maria I, a Loucamas a toda a Corte treslouca
que não dormia de touca
obrigadoagradeço aos jesuítas pela escola
em nome dos índios civilizados
que não mais andam peladose a Carlota Joaquina
por não ter levado
nossa poeira na sola:
obrigadoem nome do pau-brasil
do ouro de Minas
e de tudo o mais
que nos foi levado:
obrigadotambém pelo período colonial
que nos deixou sem força ou morale principalmente pelo 22 de abril
em que Cabral descobriu essa pátria
obrigado
18/12/2004 - 21/04/2005
Nova Babel

Toda a terra tinha uma só língua, e servia-se das mesmas palavras.
Alguns homens, partindo para o oriente, encontraram na terra de Senaar uma planície onde se estabeleceram. E disseram uns aos outros: "Vamos, façamos tijolos e cozamo-los no fogo." Serviram-se de tijolos em vez de pedras, e de betume em lugar de argamassa.
Depois disseram: "Vamos, façamos para nós uma cidade e uma torre cujo cimo atinja os céus. Tornemos assim célebre o nosso nome, para que não sejamos dispersos pela face de toda a terra." Mas o Senhor desceu para ver a cidade e a torre que construíram os filhos dos homens.
"Eis que são um só povo, disse ele, e falam uma só língua: se começam assim, nada futuramente os impedirá de executarem todos os seus empreendimentos. Vamos: desçamos para lhes confundir a linguagem, de sorte que já não se compreendam um ao outro."
Foi dali que o Senhor os dispersou daquele lugar pela face de toda a terra, e cessaram a construção da cidade. Por isso deram-lhe o nome de Babel, porque ali o Senhor confundiu a linguagem de todos os habitantes da terra, e dali os dispersou sobre a face de toda a terra.
Gênesis 11, 1-9
E depois os habitantes dispersos pelo Senhor acabaram fundando seus próprios povos, cada qual com sua língua.
Muitas eras passaram-se até que um desses povos, descendente de outro que inventou o inglês, disse: "Vamos fazer com que todos os povos aprendam inglês como segunda língua, e nada nos impedirá de executar todos os nossos empreendimentos".
Então, esquecidos de que todo aquele que quer ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus1, construíram Duas Torres em homenagem à sua religião, que se chamava Capitalismo.
Alguns homens de outro povo, em atitude não-simpática aos olhos do Senhor e desditosos com a construção do Império Capitalista, destruíram as Torres, que não eram de Babel, causando grande aflição em todo o mundo.
Mas, antes mesmo da destruição das Torres, quando falávamos uns com os outros, mesmo que fosse na mesma língua, já não nos compreendíamos.
Ainda nessa época os filhos pródigos não voltavam mais para casa2 e, ao contrário de Pedro, as pessoas negavam Cristo3 não por três vezes, mas por três vezes três, sem sequer chorar por isso.
E foi então que, vendo todas essas coisas, o Senhor chorou.
2 Lucas 15,11-32
3 Mateus, 26,75 / Lucas, 22,62
A Realidade

Intervenção Digital sobre Pictografia
O que é essa coisa a que chamamos realidade, afinal? Você pode até pensar que vive nela, mas isso não é verdade: o que é, por exemplo, uma árvore?
— É um vegetal, composto de raízes, tronco e galhos, folhas, flores, frutos e sementes — dirá o botânico.
— É um elemento mágico, manifestação de Gaya — dirá o exotérico.
— É fonte de carvão — dirá o carvoeiro.
— É a minha casinha — dirá o inseto.
Quem está certo e quem está errado? Todos e nenhum: a única maneira de abranger a realidade completa da árvore é analisá-la, ao mesmo tempo, sob todos os pontos de vista possíveis, incluindo aí, obviamente, aqueles fora do nosso alcance intelectual e espiritual.
Alcançar a realidade da árvore, portanto, é tarefa impossível: será sempre o que eu acho que é árvore, o que você acha que é árvore, mas jamais o que a árvore é na sua totalidade.
D. W. Hamlyn, em Uma História da Filosofia Ocidental, referindo-se ao Ethical Studies (1876), do filósofo britânico F. H. Bradley (1846-1924), diz que "o argumento gira em torno do ponto que, no que interessa ao juízo, não há possibilidade de uma identificação da realidade, ou de parte dela, exceto por referência a idéias. Apresenta uma classificação de juízos e diz que em nenhum dos casos, nem mesmo naqueles que denomina de 'juízos analíticos de sentido', que passa por analisar apenas a existência imediata, o juízo pode ser incondicionalmente verdadeiro. Quer isto dizer que o máximo que se pode fazer por meio do juízo é enunciar a verdade condicional de que, se a realidade é característica desta ou daquela maneira, ela também tem que ser caracterizada destas ou daquelas outras maneiras. No que interessa ao juízo, isto é, ao entendimento, a realidade só pode ser vista em termos de idéias inter-relacionadas e as relações em questão são 'internas' — mais do que contingentes e não independentes de seus termos, como as externas. Para o juízo, a realidade é um sistema e a verdade consiste na coerência de seus elementos".
O que vemos, portanto, é apenas aquela parte da realidade que conseguimos alcançar. Apenas D'us tem — ou um deus teria — acesso à realidade completa. O que temos não passa de interpretações idiossincráticas, juízos de realidade.
Identifica-se como psicótico o indivíduo que perde a capacidade de ter juízo da realidade — processo mental mediante o qual se é capaz de distinguir o que pertence à nossa realidade interna do que pertence à realidade externa — e considera seus pensamentos, fantasias, imaginações e sonhos como sendo reais.
E já que tudo que alcançamos pode ser muito pouco comparado com o todo, o mínimo que podemos fazer é apegarmo-nos a essa "realidade" sem deturpá-la, sem desenvolvermos características beirando à psicose.
O Colar de Sonhos

Caíram as pedras de sonhos
que eu trazia ao pescoço,
presas a um colar.Uma a uma rolaram
pesadas com meu pesar.Por ser de pedra
é que caíram,
e eu nada pude fazer.Por ser de sonhos
é que quebraram,
e a mim só resta esquecer.Terei porém outros sonhos,
farei um novo colar.Tudo o que uma vez eu criei
posso mais uma vez inventar.
In: No Pé da Letra, Ed. Blocos, 1999
A Metafísica da Pedra Que Cai

Estudo para a série Pictografias
Primeiro, quero deixar claro que a intenção dessa reflexão não é a de questionar a existência de D'us, pois considero o Óbvio inquestionável. E D'us, para mim, será sempre uma questão de obviedade, jamais de crença: não acredito que Ele existe, eu vejo que ele existe.
Minha intenção também não é a de dar nenhuma explicação ou resposta para qualquer coisa, mas unicamente questionar, chamar à reflexão.
É incrível perceber o quanto temos a tendência de preferir a versão metafísica dos fatos, uma vez que a realidade pode se apresentar muito chata, sem romantismo nenhum.
Percebi isso de maneira clara há algum tempo, quando uma amiga — sim, eu tenho o péssimo hábito de utilizar as pessoas como "cobaias" comportamentais — reclamou que havia caído uma pedra do seu colar de pedrinhas de quartzo.
"A pedrinha caiu porque era a hora de ela cair", eu disse, e seus olhinhos no mesmo instante brilharam: a pedra havia caído por um motivo muito, muito especial, metafísico, transcedental, totalmente desconhecido, mas jamais por mero acidente.
Passei a perguntar-me quantas vezes utilizamos tais artifícios no nosso dia-a-dia? Isso não seria, na verdade, tentar tornar a "realidade" mais aceitável através da "fantasia"?
Por que será tão mais fácil aceitar a versão "enfeitada" das coisas em vez de aceitar simplesmente a realidade nua e crua como ela é?
Por que é mais complicado aceitar que a pedra caiu porque estava mal colada, ou seja, por mera ação da gravidade?
O que vem a significar exatamente "a hora de ela cair", uma vez que essa "hora de cair" é algo completamente relativo: poderia ter acontecido várias semanas depois, ou até mesmo jamais ter acontecido, se estivesse bem colada.
A metafísica está na queda da pedra ou na incompetência do ourives que não fez seu trabalho direito? Está no fato de ele estar mal-dormido por ter ido à festa de aniversário de sua namorada na noite anterior e, por isso, ter colado mal a pedra? A metafísica está então no aniversário da sua namorada? Ou quem sabe não estaria na concepção da menina por seus pais, mais tarde resultando no namoro dos dois até que, no seu 28º aniversário, ele perdesse a hora na festa, chegasse ao trabalho com sono, colasse mal a pedra para então, e só então, ela cair? Isso significa que a pedra começou a cair 28 anos atrás? Indo mais além com isso, até os pais dos pais da menina e assim por diante, a queda da pedra teria então começado com Adão e Eva sendo expulsos do paraíso?
Meu D'us, que complicação! Não é bem mais fácil pensar que a pedra simplesmente caiu? Mas isso não tem graça nenhuma, não é?
Analisemos, por exemplo, uma caneta repousando sobre a mesa. Ela permanece ali por estar em perfeito equilíbrio: a pressão que a caneta exerce sobre a mesa é exatamente a mesma que a mesa exerce sobre a caneta. Se assim não fosse, a caneta cairia mesa adentro, ou então permaneceria voando, solta no ar.
Essa caneta está sobre a mesa porque D'us quis?
Como isso é uma questão de física básica, Equilíbrio dos Corpos, significa que Newton desvendou o mistério divino?
Com tantos horrores pelo mundo, será que D'us não tem mais nada para fazer além de manter as canetas sobre a mesa e as pedrinhas de quartzo presas nos colares?
Isso são meras perguntas, jamais afirmações de coisa alguma. Como nenhum de nós sabe o que exatamente é D'us, uma vez que cada um tem o seu próprio conceito sobre Ele — inclusive o de que Ele não existe — como haveremos nós de saber o que D'us quer ou deixa de querer?
Como não sabemos quase nada sobre tudo e muito menos ainda sobre D'us, não seria mais lúcido e sensato se nos apegássemos apenas à versão tangível dos fatos, à realidade dura e chata dos acontecimentos?
A pedra caiu. Ponto final.
Ao Infinito... e além!

Buzz Lightyear do Comando Estelar - Disney-Pixar Studios
Personagem dos longas-metragens de animação gráfica Toy Story, Buzz Lightyear é um astronauta de brinquedo que acredita piamente conseguir voar de verdade e nada no mundo o convence de que o seu raio laser desintegrador não passa de uma inócua luzinha vermelha.
Tendo fé cega em si mesmo e em seu poder, consegue façanhas incríveis, salvando seus amigos das piores enrascadas além de, é claro, lutar contra o maldoso Imperador Zurg, inimigo da honestidade e da justiça.
Buzz Lightyear do Comando Estelar, um brinquedo, personagem de uma animação cômica voltada ao público infantil, nos ensina a ter fé e coragem, acreditando na sua própria força independentemente do que seja dito em contrário.
Seu lema, "Ao Infinito e além", demonstra propósito firme na vida (o infinito) e inconformidade (lá chegando, ir além). Buzz, o amigão valente de brinquedo, também ensina outros valores imprescindíveis aos seres humanos de bom caráter, como auto-estima, respeito, lealdade e perseverança.
Sem esquecer de que para o espírito sedento por luz os grandes exemplos podem estar em qualquer parte, sejamos nós mesmos como pequenos Buzz Lightyears de verdade e, parte do mesmo Comando Estelar, levantemos nossas cabeças rumo ao infinito, seguindo sempre além.




