Arquivo - junho

Arquivos para o mês de junho

junho de 2009

E-book grá­tis

Publicado em 29 de junho de 2009 por Olegario Schmitt

Tudo o que você que­ria saber sobre Pano­ra­mas mas não tinha para quem per­gun­tar é um e-book que dis­corre sobre pano­ra­mas, como cap­tu­rar as ima­gens para criar um pano­rama, softwa­res uti­li­za­dos, difi­cul­da­des, limi­ta­ções téc­ni­cas, etc.. Tudo expli­cado passo-a-passo e de maneira bem didática.

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Para Kant

Publicado em 23 de junho de 2009 por Olegario Schmitt

A Coisa em Si
Que Há em Mim


a coisa em si
não cabia em mim
de tan­tas dúvidas

— pior que pen­sar
é sen­tir, dizia
ressentida.

deve­ria ver?

deve­ria vir
a ser devir?

nem númeno
nem fenômeno:

a coisa em si
que há em mim

é mai­o­meno.

Entenda quando os mar­gi­nais se tor­nam Senhores

Publicado em 11 de junho de 2009 por Olegario Schmitt

Qual a sua opi­nião sobre picha­ções?” foi a única per­gunta feita a tra­ba­lha­do­res, comer­ci­an­tes, mora­do­res e tran­seun­tes de uma deter­mi­nada rua de São Paulo.

Algu­mas de suas res­pos­tas estão nesse vídeo.

Existe quoi au-delà l’amour?

Publicado em 09 de junho de 2009 por Olegario Schmitt

Dans le Léman. Genève, 2009

Nous exis­tons. Le reste, exces­sif, déline
l’essence imprégné par la forme du abîme,
car l’ombre des âmes qui aiment
est trans­lu­cide: elle reti­ent lumière
suf­fi­sante pour seu­le­ment nou­rir
le sen­ti­ment lui-même.

Dehors l’amour, l’unique sens
est l’absence du sens des choses.

Meio-termo da cara!

Publicado em 03 de junho de 2009 por Olegario Schmitt

Série Alguns de Meus Órgãos Sexuais

O Nariz

Rafael Alci­des Perez

O nariz tem con­di­ção de juíz.
Ao con­trá­rio do olho esquerdo e do direito, que toma­ram par­tido,
o nariz, ines­cru­tá­vel, se man­tém ao cen­tro
— com algo de espada ou de mar­telo.
Imitando-o, a boca.
Porém a boca é hipó­crita:
sorri à esquerda e à direita.

Tra­du­ção: Ole­ga­rio Schmitt


La Nariz

Rafael Alci­des Perez

La nariz tiene con­di­ción de juez.
Al con­tra­rio del ojo izqui­erdo y del dere­cho, que han tomado par­tido,
la nariz, ines­cru­ta­ble, se man­ti­ene en el cen­tro
— con algo de espada o de mar­tillo.
Imi­tán­dola, la boca.
Pero la boca es hipó­crita:
son­ríe a la izqui­erda y a la derecha.

In: Y se mue­ren y mue­ren y mue­ren. Vene­zu­ela, 1988

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