Arquivo - setembro

Arquivos para o mês de setembro

setembro de 2006

Filipe Segundo tinha um colar de oiro com pedras rubis...

Publicado em 18 de setembro de 2006 por Olegario Schmitt

Felipe II e o Bra­sil Império

Filipe Segundo
tinha um colar de oiro
tinha um colar de oiro
com pedras rubis.
Cin­gia a cin­tura
com cinto de coiro,
com fivela de oiro,
olho de perdiz

Comia num prato
de prata lavrada
girafa tru­fada,
ris­sóis de ser­pente.
O copo era um gomo
que em flor desa­bro­cha,
de cris­tal de rocha
do mais transparente.

Con­ti­nuar lendo »

Desin­te­li­gên­cia entre Ramster-do-Nordeste e Rato-Gordo-e-Etílico

Publicado em 18 de setembro de 2006 por Olegario Schmitt

Ramster-do-Norteste pegando Rato-Gordo-e-Etílico

ACM rebate Lula e afirma que ele é um rato gordo

Em res­posta ao can­di­dato Luiz Iná­cio Lula da Silva (PT), que nos comí­cios de Feira de San­tana e de Sal­va­dor disse que, para ele, o líder bai­ano não é o “leão do Nor­deste”, mas o “hams­ter do Nor­deste”, o sena­dor Anto­nio Car­los Maga­lhães (PFL-BA) afir­mou ontem que o pre­si­dente da Repú­blica é um rato gordo e etí­lico, cujos fur­tos no Palá­cio do Pla­nalto ele tem denun­ci­ado no Con­gresso Nacional.

“Estou mais para gato caça­dor de rato ladrão do dinheiro público do que para hams­ter. Não conheço hams­ter. Só ouvi falar. Até por­que estou mais acos­tu­mado a com­ba­ter os gran­des ratos. E a cada dia fica mais con­fir­mado que Lula é um roe­dor impla­cá­vel, incon­tro­lá­vel, para si e para seus fami­li­a­res”, decla­rou o sena­dor ao Jor­nal Cor­reio da Bahia.

Na ava­li­a­ção de Anto­nio Car­los Maga­lhães, “é mais fácil eu ainda ser um leão do que ele ser um homem sério”. ACM defen­deu ainda o depu­tado Anto­nio Car­los Maga­lhães Neto (PFL-BA) das insis­ten­tes agres­sões do pre­si­dente da República.

Fonte: Reda­ção Terra, 18/09/2006

Con­ti­nuar lendo »

Na visão de Arthur Schopenhauer

Publicado em 15 de setembro de 2006 por Olegario Schmitt

Ras­gando o Bucho do Chão — Mani­fes­ta­ção Urbana

O que em soci­e­dade desa­grada aos gran­des espí­ri­tos é a igual­dade de direi­tos e, por­tanto, de pre­ten­sões, em face da desi­gual­dade de capa­ci­da­des, de rea­li­za­ções (soci­ais) dos outros. A cha­mada boa soci­e­dade admite méri­tos de todo o tipo, menos os inte­lec­tu­ais: estes che­gam a ser con­tra­bando. Ela obriga-nos a demons­trar uma paci­ên­cia sem limi­tes com qual­quer insen­sa­tez, lou­cura, absurdo, obtu­si­dade. Por outro lado, os méri­tos pes­so­ais devem men­di­gar per­dão ou ocultar-se, pois a supe­ri­o­ri­dade inte­lec­tual, sem inter­fe­rên­cia nenhuma da von­tade, fere pela sua mera exis­tên­cia. Eis por que a soci­e­dade, cha­mada de boa, não tem só a des­van­ta­gem de pôr-nos em con­tato com homens que não pode­mos lou­var nem amar, mas tam­bém a de não per­mi­tir que seja­mos nós mes­mos, tal qual é con­ve­ni­ente à nossa natu­reza. Antes, obriga-nos, por conta do unís­sono com os demais, a encolhermo-nos ou mesmo a desfigurarmo-nos.

Con­ti­nuar lendo »

Designed by