Arquivo - maio

Arquivos para o mês de maio

maio de 2005

A curi­o­si­dade matou o gato

Publicado em 26 de maio de 2005 por Olegario Schmitt

Pan­dora — J. W. Waterhouse (1896)

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I love him and where he goes I’ll fol­low him

Publicado em 21 de maio de 2005 por Olegario Schmitt

Série Light­pain­ting

I Will Fol­low Him — Lit­tle Peggy March

I love him, I love him, I love him
And where he goes I’ll fol­low, I’ll fol­low, I’ll follow

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Amor é carga... que não pesa!

Publicado em 20 de maio de 2005 por Olegario Schmitt

Série Flo­res

Com tanto amor
Beijo teus lábios...
Carrego-te comigo!

Letra e música: Bruno Kava­nagh / Áudio: Bobby Wil­li­ams / Ani­ma­ção: Chris Day

Publicado em 17 de maio de 2005 por Olegario Schmitt

Pri­meiro aniversário

Publicado em 16 de maio de 2005 por Olegario Schmitt

Há um ano atrás nas­cia o Sinal dos Tem­pos BLOG. Hoje, por­tanto, estão todos con­vi­da­dos a comer Ques­ti­o­na­men­tos Reche­a­dos com Nozes, Bri­ga­dei­ros Filo­só­fi­cos, Denún­cias Huma­ni­tá­rias com Cober­tura de Cho­co­late e Cereja em Cima e Poe­sias Exis­ten­ci­ais com Cober­tura de Foto­gra­fia e Con­feito, tudo isso regado com muita Indig­na­ção Espu­mante e Esperança-Cola, por­que senão não desce.

Obri­gado de todo cora­ção aos lei­to­res desse espaço por seus comen­tá­rios, crí­ti­cas e suges­tões, espe­ci­al­mente, a quem com­par­ti­lho a vida, cujas crí­ti­cas — mui­tas vezes con­tun­den­tes — fazem-me evo­luir como artista e ser humano.

Tam­bém agra­deço cari­nho­sa­mente à “fã de car­tei­ri­nha” Mela­nie que sem­pre dá uma força e, em alguns momen­tos, serve de ins­pi­ra­ção, e mando um abraço a Sue­Ann, cujas limi­ta­ções idi­o­má­ti­cas não impe­dem a leitura.

Obri­gado tam­bém àque­les que não me conhe­cem, tam­pouco ao meu tra­ba­lho, e che­gam aqui atrá­ves de indi­ca­ções dos ami­gos ou de pes­qui­sas no Goo­gle. Fico feliz de poder pro­du­zir alguma coisa que seja do seu interesse.

Sem o incen­tivo de todos vocês — prin­ci­pal­mente sem o incen­tivo de D’us que me deu a ins­pi­ra­ção, o talento e esse olhar espe­cial sobre a vida — é pro­vá­vel que não hou­vesse força para perseverar.

No mais, chega de dis­curso por­que hoje é dia de festa: vamos cor­tar o bolo!

Prenda Minha Telmo de Lima Frei­tas Hoje é treze sexta-feira, prenda minha, é dia de lou­va­ção Me fugi­ram os ami­gos mais antigos, [...]

Publicado em 13 de maio de 2005 por Olegario Schmitt

Prenda Minha

Telmo de Lima Freitas

Hoje é treze sexta-feira, prenda minha, é dia de lou­va­ção
Me fugi­ram os ami­gos mais anti­gos, me deste con­so­la­ção
Já pas­sa­ram mui­tas luas, prenda minha, mui­tas luas já pas­sei
Fiz pro­mes­sas pro Negri­nho*, coi­ta­di­nho, por isso que te encontrei

Acho cedo, muito cedo, prenda minha, pra dizer que escu­re­ceu
Foi a noite dos teus olhos, prenda minha, que acor­dou os olhos meus
Foi teu riso dis­far­çado, prenda minha, que laçou meu bem-querer
Se eu fugir do sul do mundo, num segundo vol­ta­rei prá te rever

Abre o pon­cho desta alma, prenda minha, que eu pre­ciso me abri­gar
Se o inverno for intenso como penso, muito frio eu vou passar

* Negri­nho do Pastoreio

Sor­ria, meu bem, sorria...

Publicado em 12 de maio de 2005 por Olegario Schmitt

www.diegomanuel.com.ar

fiz cóce­gas
num anjinho...

com seus den­tes
de teclado ele só riu
notas musicais.

A vida ensinou-lhe a ser dura e deu-lhe uma casca

Publicado em 12 de maio de 2005 por Olegario Schmitt

Casca

Para Nalú Nogueira

A vida deixou-a can­sada.
Arris­cou espe­rança. Não deu.
Ten­tou ilu­são. Falhou.
Ten­tou gol­pes altos. Colheu desen­canto.
A vida ensinou-a a ser dura
e deu-lhe uma casca.
Era o que se via atra­vés da face inex­pres­siva
e dos olhos para­dos olhando para o nada.

Mas por den­tro era um vul­cão,
por den­tro rio cau­da­loso pedindo vazão.
E o pen­sa­mento voava atra­vés dessa casca,
não se sabia ao certo pra onde.
Ten­tou deses­pero, der­ro­tando a feli­ci­dade.
Per­mi­tiu a vasta tris­teza.
Colheu o que plan­tou.
Ela, que tanto gri­tou, que tanto lutou,
diante da der­rota tem­po­rá­ria deci­diu ceder.
Os olhos pen­de­ram, o riso calou, o peito doeu, perdeu-se.

Parou.

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